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    O SBT e a novela que ninguém jamais esquecerá

    Desde que o SBT resolveu investir novamente em uma faixa de reprise de novelas no período da tarde, nenhuma trama escalada foi tão fraca quanto Jamais te Esquecerei.

     

    Considerada uma novela mediana em sua época original de exibição (entre Abril e Setembro de 2003), teve uma teve média geral de audiência de 10 pontos na Grande São Paulo. O número é considerado baixo quando comparado aos 14 da novela antecessora, Pequena Travessa, e dos 12 de sua sucessora, Canavial de Paixões. A trama traz como casal principal os atores Fábio Azevedo e Ana Paula Tabalipa que deram vida a Danilo e Beatriz, que fizeram juras de amor eterno quando ainda eram crianças e desde lá foram separados.

     

    Depois de anos, Beatriz e Danilo voltam para Serra das Pedras, cidade fictícia do interior onde a trama se desenvolve e lá terão que enfrentar o ciúme agora ainda maior de Leonor (Bia Seidl), que usará todas as armas para separar o casal, inclusive alegando que os dois seriam irmãos. Atormentados, Danilo e Beatriz farão de tudo para fugir dessa paixão proibida e esquecer o pacto que fizeram ainda crianças. Só que o que eles não esperavam é que Beatriz ficaria grávida de Danilo e o pai de Silvia (Vítor) se apaixona perdidamente por ela.

     

    Vítor (Marcos Wainberg) é um homem ganancioso que não mede esforços, nem vidas, para conseguir o que quer. Beatriz vai para a fazenda de sua família sem contar sobre a gravidez para Danilo, e ao chegar lá descobre que a fazenda está totalmente hipotecada. Beatriz não tem dinheiro para pagar a hipoteca e fica receosa. Vítor paga a hipoteca da fazenda e faz uma proposta para Beatriz: ou ela se casa com ele e ganha a fazenda novamente ou ela será despejada. Beatriz volta para Serra das Pedras para pedir ajuda a Danilo em nome do filho dos dois, mas descobre que ele vai se casar com Silvia (Micaela Góes).

     

    E aí que a novela que tinha até um título irônico – já que ninguém lembrava – voltou. Está no período da tarde, começando sempre após às 15h. Não dá pra precisar o horário porque toda hora muda, geralmente pra mais tarde. Talvez esteja aí, junto ao enredo de tantas voltas baseado no texto original de Caridad Bravo Adams, traduzido por Henrique Zambelli e adaptado por Ecila Pedroso, que explique a audiência não tão satisfatória da trama na exibiça atual.

     

    Exibição essa que pode ser cortada a qualquer momento, segundo informações. Que pensem um pouco mais em qual trama vão escalar… Mas não vai surpreender ao mais atentos que o Tio Silvio puxe da manga mais uma reprise de Canavial de Paixões. E quanto a antiga ironia do título, ela não existe mais. Agora, depois de assistida, ninguém jamais esquecerá de uma novela tão ruim.

    Editoria: Editorial                             

    Sem prometer nada, João Kléber traz tudo que faltava para o sábado a noite

    Tudo bem que o horário é considerado por muitos ingrato e que foge de boa parte da concorrência, ainda que dispute ponto a ponto com o “Altas Horas” da Globo e os instantes finais do “Legendários” na Record, e que depois da meia-noite já seja domingo também e enfim… Mas João Kléber voltou ao comando de uma atração fixa na televisão brasileira após 8 anos que se dividiram entre a “reclusão”, a conquista de Portugal e sua volta ao Brasil através do reality show “A Fazenda”.

     

    À 00h30, lá estava ele, sem as promessas revolucionárias de um dos concorrentes e sem as mega atrações de outro, mas com o “Teste de Fidelidade”, um formato Made in Brazil que ganhou o mundo e hoje está presente em pelo menos 17 países, segundo o próprio idealizador e apresentador.

     

     

    Logo no primeiro caso, nada menos que um casamento de 9 anos entrava a baila. Daniela, casada há 9 anos com Fábio, decide testar o marido pois já andava desconfiada e resolve ver se ele aguentaria a pressão das sedutoras do programa. Logo pela imagem aí em cima você já viu que não.

     

     
    A morena, que já não gosta de loira, começa a ficar furiosa, protagonizando uma cena de ciúme daquelas, tudo isso costurado pela condução e paradas estratégicas de João Kléber.

     


    No segundo caso da noite, Elen, uma namorada ciumenta de 18 anos, resolve testar Ronaldo, 29, que é músico. Ele vai até uma mansão em busca de trabalho, mas encontra lá uma entrevista não muito convencional…
     


     
    Em mais uma oportunidade, todo o magnetismo de JK na condução do espetáculo se faz presente, seja botando ainda mais lenha na fogueira ou provocando as mais diversas reações tanto na mulher traída quanto na plateia que tal qual em um coliseu romano assiste o que ali é mostrado.
     

     
    E os atos ganham emoções de verdadeiras lutas ainda mais no final, quando nosso paladino tem que interferir na saudável discussão e evitar que um casal em conflito parta para as vias de fato:
     
     
    Pois bem, ambos os casos não acabaram bem para os testados e suas cônjuges que confirmaram suas desconfianças, mas acabou muito bem para os espectadores tanto in loco quanto em todo o Brasil, que finalmente puderam ver o programa que faltava aos sábados na TV em geral e na própria RedeTV!, que não tinha um programa de humor tão bom no horário.
     
    Quanto a inútil discussão de que é armado ou não, deixemos essa parte da década passada pra lá. Cada um tem a sua certeza mesmo…

    Editoria: Editorial                             

    A nova MTV e os velhos problemas

    Novo “Furo MTV” adota 5 contra 1 após saída de Dani Calabresa

    A MTV divulgou nessa semana o que será a sua nova programação para 2013. Nela, mais uma vez, as fichas serão apostadas na diversificação de seu conteúdo inclusive com a volta de séries da MTV americana e a continuidade da presença forte do humor, apesar das sentidas saídas de Marcelo Adnet, Dani Calabresa e Tatá Werneck.

     

    O “Furo MTV”, por exemplo, adota um novo formato (ou pelo menos aparenta), já que acomodar Bento Ribeiro, Bruno Sutter, Daniel Furlan, Paulinho Serra e PC Siqueira no mesmo estúdio e bancada fará fatalmente o programa se assemelhar a uma revista eletrônica que a um jornal – ou paródia de. Além dos novos apresentadores, o programa passa a ser ao vivo e vai ao ar mais cedo, às 20h30. Medidas paliativas, já que mesmo com elas a falta de Dani Calabresa na bancada fará falta por pelo menos mais um tempo. Continue Lendo »

    Editoria: Editorial                             

    Está voltando a era de ouro do Pica Pau na Record?

    Desde 2006 a ave bate ponto na tela da Record e foi peça fundamental na arrancada para a vice-liderança em 2007

    Desde o feriado do dia 15 de Novembro de 2006 o Pica-Pau pode ser visto na tela da Record. Neste dia, um especial com os episódios do Novo Show do Pica-Pau foi exibido pela emissora e este marcou o que viria a ser uma onipresença da ave na programação do canal.

     

    A partir daí vieram os episódios antigos do primeiro desenho animado exibido na televisão brasileira, ainda na TV Tupi. Esses episódios entraram na grade da emissora no horário das 13h e os novos às 18h em 2007, causando um fenômeno surpreendente que seria uma das alavancas importantes que levaram a Record para a vice-liderança naquele ano, desbancando o SBT, sendo essa a tal “era de ouro”.

     

    Vendo que o negócio dava resultado, começou a fase de onipresença da ave. Houve um tempo entre 2008 e 2009 em que em qualquer horário e a qualquer momento o Pica-Pau invadia a casa do público com suas loucuras e aventuras. Isso acabou causando o desgaste que levaria a animação a ser limitada aos fins de semana, e apenas com os episódios clássicos.

     

    Ocupando as tardes de sábado e as manhãs dos domingos (e em diversos horários nas afiliadas da rede) atualmente o Pica Pau incomoda muita gente. Como na Record Minas por exemplo:

     

    Pica Pau lidera na Record Minas

     

    A ave causa um incômodo tão grande quando vai trabalhar aos fins de semana que nem o agora ex-diretor do “TV Xuxa” da Globo, Mário Meirelles, aguentou e acabou arrumando uma confusão sem precedentes com os fãs do desenho.

     

    Pois bem. A Record Rio resolveu apostar no Pica Pau de volta ao seu início de tarde, antecendo o “Balanço Geral RJ”. Tendência essa que pode ser seguida pelas outras emissoras da rede e que já até é ou foi praticada por outras afiliadas. A atraço tem um histórico positivo, mas se a medida de agora terá resultado ou não é algo que só os números do IBOPE vão poder dizer. Estamos no aguardo, Seu Montenegro.

    Editoria: Informe                             

    Ilze Scamparini pode se tornar a primeira “Mama” da história

    Do enVIADO especial Bruno Achatouobrioco direto do Vaticano

    Após consumada a renúncia de Bento XVI e sua atual condição de Papa emérito, os olhos do mundo católico se voltam para o conclave que escolherá o novo sumo pontífice. Candidatos para a vaga não faltam e especulações acerca do fato também não.

     

    Boatos de corredor e bolsas de apostas em geral apontam para alguém de perfil diferente do que se tornou habitual: um africano ou mesmo um sul-americano poderia ser alçado ao cargo mais alto do clero. E um desses nomes que se fortalecem nos bastidores é de alguém que conhece o Vaticano com a palma das mãos calejadas de empunhar o microfone da Rede Globo de Televisão: Ilze Scamparini.

     

    O nome da jornalista e repórter ganha força em movimentos tanto pró quanto contra nas redes sociais e causa certo alvoroço quando mencionado no menor país do mundo, que na verdade consiste em um enclave murado dentro da cidade de Roma, capital da Itália.

     

    Caso isso ocorra na votação que ainda terá uma data a ser definida para se realizar, seria a primeira vez que teríamos uma Papisa de fato no comando, mas seria a segunda de acordo com a lenda da Papisa Joana, que teria sido a única mulher a governar a Igreja durante dois ou três anos. É considerada pela maioria dos historiadores modernos e estudiosos religiosos como fictícia, possivelmente originada numa sátira antipapal.

     

    A lenda apareceu pela primeira vez em documentos do início do século XIII. Outro cronista, também do século XIII, data o papado de Joana de até três séculos e meio antes, depois da morte do Papa Leão IV, coincidindo com uma época de crise e confusão na diocese de Roma. Joana teria ocupado o cargo durante dois ou três anos, entre o Papa Leão IV e o Papa Bento III (anos de 850 e 858).


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